Apresentação do projeto dos Recursos Artísticos do Alentejo à Rede de Museus do Distrito de Beja

A convite de Marisa Bacalhau, Diretora do Museu Municipal de Moura, apresentamos o projecto dos Recursos Artísticos do Alentejo aos representantes dos museus integrantes da Rede de Museus do Distrito de Beja, que se reuniram no dia 6 de novembro de 2013, em Alvito.

RedeMuseusBeja
O projecto de inventário dos Recursos Artísticos do Alentejo despertou interesse dos participantes e, desde já, contamos com a colaboração dos participantes da Rede de Museus do Distrito de Beja quanto ao fornecimento de informações e divulgação dos recursos artísticos de seus municípios.
A criação e as atividades da Rede de Museus do Distrito de Beja, alem de exemplares, merecem todo o nosso apoio. Criada em 2012, a rede reúne funcionários e diretores dos museus municipais e distritais do distrito de Beja. Mais informações em: http://redemuseusbeja.blogspot.pt
A maioria dos municípios do Distrito de Beja possui unidades museológicas, integradas na estrutura organizacional camarária, caracterizadas por uma interessante diversidade temática e museográfica, e com características semelhantes no que se relaciona com a gestão e os recursos aos mais diversos níveis.
A necessidade sentida por estes Museus de troca de experiências e de formação dos seus funcionários, bem como de criação de um fórum de discussão que, para além do debate de ideias, permita o assumir de posições a uma só voz, levou a que fosse criada a Rede de Museus do Distrito de Beja, uma rede informal que se rege por uma Carta de Princípios, aprovada pelos municípios aderentes de Almodôvar, Aljustrel, Alvito, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa, Vidigueira e ainda o Museu Regional de Beja.
A Carta de Princípios tem como principais objectivos a qualificação, valorização e divulgação das unidades museológicas deste distrito; a cooperação, parceria e articulação entre as unidades museológicas dos concelhos que integrem a Rede; a optimização e rentabilização de recursos, principalmente em termos de meios humanos e da realização de projectos comuns; a difusão da informação relativa aos museus da Rede e a promoção do rigor, ética e profissionalismo das práticas museológicas.

 

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About pedro

Pedro Lobo estudou na School of the Museum of Fine Arts, Boston e no International Center of Photography (ICP), em Nova Iorque. Entre 1978 e 1985 foi fotografo/investigador do Centro Nacional de Referência Cultural (CNRC com Aloísio Magalhães e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) onde foi o responsável pela documentação fotográfica para os processos de inclusão na lista do Patrimônio Mundial da UNESCO das cidades de Olinda, Ouro Preto, Salvador, Santuário do Bom Jesus doe Matosinhos e São Miguel das Missões. Em suas séries fotográficas,nas favelas cariocas – “Arquitetura de Sobrevivência” – nas prisões de Carandiru e Medellin – “Espaços Aprisionados” – utiliza a fotografia de arquitetura como meio de retratar a condição humana. Tem exposto regularmente seu trabalho, em individuais ou em colectivas, no Brasi, em Portugal, nos Estados Unidos, na Dinamarca, na Alemanha, na China e na Colômbia. Sua obra figura em diversas coleções públicas e particulares. Recebeu o V prêmio Marc Ferrez, as bolsas CAPES-Fulbright e a Vitae de Fotografia. Atualmente reside em Évora, Portugal, trabalhando na Europa e no Brasil.

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