Portal das Experiências Culturais

Estratégia Nacional para a Educação e Cultura

O novo Portal das Experiências Culturais está já disponível para os Agrupamentos de Escolas (AE) e organizações culturais, após a sua apresentação no passado dia 25 de junho de 2015.

O Portal das Experiências Culturais está acessível através do sítio da internet

www.educacaocultura.gov.pt.

O Portal foi concebido para facilitar o diálogo entre as organizações culturais e os AE, permitindo às organizações divulgarem as atividades de carácter cultural que desenvolvem, e aos docentes selecionarem aquelas que melhor se adequam aos objetivos educativos e aos seus projetos culturais.

Os docentes poderão registar as atividades artísticas e culturais desenvolvidas com os seus alunos, estejam ou não previamente inseridas no Portal, criando um itinerário de experiências culturais que possibilita a emissão de uma biografia cultural do aluno no final de cada ano letivo. Podem ainda inserir projetos culturais elaborados por si, ou de acordo com o Projeto Cultural do AE, para que as organizações culturais possam oferecer iniciativas adequadas.

O Portal das Experiências Culturais também favorece a sistematização de dados e estatísticas úteis para o desenvolvimento de políticas públicas, facilitando a partilha de informação entre docentes, agentes culturais e alunos.

O lançamento deste Portal visa três objetivos principais:

Criar uma maior proximidade e ligação entre as instituições escolares e as entidades culturais;

Facilitar a presença da cultura e das atividades artísticas no ambiente escolar;

Promover o aumento das experiências culturais dos alunos portugueses.

Assim, queremos incentivar as entidades culturais a divulgarem as suas atividades e contribuir para uma maior da presença da cultura e das artes no sistema educativo, da educação pré-escolar ao ensino secundário e profissional, promovendo o conceito de “experiência cultural” e de “literacia cultural” de toda a comunidade educativa.

É nesse sentido que o convidamos hoje a conhecer o “Portal das Experiências Culturais”.

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Guia-Roteiro dos Recursos Artísticos do Alentejo

Dia 11 de Dezembro, quinta-feira, a Direcção Regional da Cultura do Alentejo e a Categoria à Parte, fazem o lançamento do Guia-Roteiro dos Recursos Artísticos do Alentejo. Ás 18h, na Galeria da Casa Nobre de Burgos convidamos a todos os interessados a assistir, na certeza que esta edição constitui uma útil ferramenta de divulgação para o território cultural da região Alentejo.

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O inventário dos Recursos Artísticos do Alentejo, iniciativa conjunta da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, do GEPAC – Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais – e da Categoria à Parte, nasce da vontade de suprir as dificuldades que muitos criadores e artistas nacionais e internacionais enfrentam quando procuram alguns dos recursos necessários à sua actividade em regiões que não as da sua origem.

Assim, este Guia-Roteiro procura de dar a conhecer um conjunto de entidades, empresas e particulares e as suas qualidades, com o intuito de atrair e estabelecer artistas plásticos, coleccionadores, curadores, galeristas, estudantes, críticos e investigadores que venham a desenvolver actividades na região.

A presente edição impressa poderá ser entendida como um cartão de visita, um Guia-Roteiro que não se esgota, evidentemente, no conteúdo actual, pois o presente está em constante mutação. É editado para estabelecer um marco e levantar este “mapa” de profissionais e criadores – com valor acrescentado nas áreas cultural, criativa e artística.

Encontro Nacional de Cenografia: Montemor-o-Novo, 24 a 26 Janeiro

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V ENCONTRO NACIONAL DE CENOGRAFIA  

HABITAR A ESCALA
MONTEMOR-O-NOVO_24, 25 e 26 de Janeiro 2014

Iniciativa | APCEN – Associação Portuguesa de Cenografia
Produção | Alma d’Arame e O Espaço do tempo

A  APCEN  –  Associação  Portuguesa  de  Cenografia  realiza  o  seu  V  Encontro  Nacional  de Cenografia em Montemor-O-Novo, com a intenção de reunir na zona Sul do país todos os que desejam  debater  a  noção  abrangente  de  Cenografia  a  partir  da  experiência  acumulada  nas áreas artísticas, técnicas e artesanais que com ela se relacionam de uma forma mais ou menos directa.  Constituída  em  Abril  de  2012,  a  APCEN  tem  como  missão  dignificar  a  profissão  do cenógrafo  no  quadro  da  interdependência  das  mais  diversas  disciplinas,  transcendendo  o próprio conceito de corporação. Aceita como Associados todos os que se reconhecem numa prática  que  procura  delimitar  o  seu  território  sem  se  separar  das  suas margens. Assim,  são também  potenciais  aderentes  os  figurinistas,  aderecistas,  investigadores,  estudantes,  ou  os atores, performers e encenadores que reivindicam uma importante componente cenográfica na sua actividade.

Com este V Encontro Nacional de Cenografia – a APCEN continua muito interessada  em  reflectir  sobre  a  prática  da  cenografia  com  pessoas  que  problematizam  um discurso actualizado sobre processos e resultados. Ambicionamos elevar o nível de reflexão e de  conhecimento  desta  disciplina  em Portugal, em estreita colaboração  com  as  associações congéneres espalhadas pelo mundo.
Mais informações em www.almadarame.pt

“Serviço público, museus e fotografia: que limites?”: Debate, 24 Outubro

Debate_24 OutA Acesso Cultura e o ICOM Portugal promovem no dia 24 de Outubro o debate “Serviço público, museus e fotografia: que limites?, que irá decorrer em simultâneo em Lisboa e no Porto, com o objectivo de reflectir sobre a recém-publicada regulamentação da captação de imagens para fins não comerciais em museus e património públicos.

A publicação do Despacho nº 6891/2013, de 28 de Maio, relativo ao Regulamento de Utilização de Imagens de Museus, Monumentos, e outros Imóveis afectos à Direcção-Geral do Património Cultural surpreendeu alguns profissionais da cultura pelas limitações que impõe. 

Numa altura em que museus como o Rijksmuseum, o Getty Museum ou a National Gallery de Washington se orientam para o acesso livre e gratuito a conteúdos fotográficos de alta qualidade e para a criação de comunidades online encorajadas a partilhar os conteúdos de imagem/vídeo criados no espaço do museu, o que significa esta nova política em Portugal? Que implicações tem para os públicos que utilizam os espaços culturais como plataformas de partilha? 
Do mesmo modo, que implicações têm as politicas mais liberais de captação e divulgação de imagens nos direitos de autor, na conservação dos objectos ou no direito à imagem?
Por último, de que forma o novo regulamento vai ao encontro da Proposta de Directiva para a Reutilização de Informações do Sector Público da União Europeia, que faz referência concreta a bibliotecas, arquivos e museus e que  defende o acesso livre e sem custos (a não ser eventuais custos marginais de reprodução ou difusão) aos arquivos de imagem?

Entrada livre

Data e horário
24 de Outubro, às 18h30

LISBOA
Local:
Museu da Cidade, Campo Grande

Intervenientes
Clara Vaz Pinto
, Museu do Traje
Inês Fialho Brandao, Museóloga
Luis Raposo, Presidente do ICOM Portugal
Paulo Costa, Direcção-Geral do Património Cultural
Pedro Lapa, Museu Colecção Berardo

Moderação
Maria Vlachou
(Acesso Cultura)

Apoio: Museu da Cidade

PORTO
Local:
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (a confirmar)

Intervenientes:
Maria João Vasconcelos
, Museu Nacional Soares dos Reis
Maria Ramos, Museu Serralves
Susana Medina, Museu da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Dois intervenientes a confirmar.

Moderação
Alexandre Matos
(Sistemas do Futuro)

Apoio: Faculdade de Letras da Universidade do Porto