Guia-Roteiro dos Recursos Artísticos do Alentejo

Dia 11 de Dezembro, quinta-feira, a Direcção Regional da Cultura do Alentejo e a Categoria à Parte, fazem o lançamento do Guia-Roteiro dos Recursos Artísticos do Alentejo. Ás 18h, na Galeria da Casa Nobre de Burgos convidamos a todos os interessados a assistir, na certeza que esta edição constitui uma útil ferramenta de divulgação para o território cultural da região Alentejo.

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O inventário dos Recursos Artísticos do Alentejo, iniciativa conjunta da Direcção Regional de Cultura do Alentejo, do GEPAC – Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais – e da Categoria à Parte, nasce da vontade de suprir as dificuldades que muitos criadores e artistas nacionais e internacionais enfrentam quando procuram alguns dos recursos necessários à sua actividade em regiões que não as da sua origem.

Assim, este Guia-Roteiro procura de dar a conhecer um conjunto de entidades, empresas e particulares e as suas qualidades, com o intuito de atrair e estabelecer artistas plásticos, coleccionadores, curadores, galeristas, estudantes, críticos e investigadores que venham a desenvolver actividades na região.

A presente edição impressa poderá ser entendida como um cartão de visita, um Guia-Roteiro que não se esgota, evidentemente, no conteúdo actual, pois o presente está em constante mutação. É editado para estabelecer um marco e levantar este “mapa” de profissionais e criadores – com valor acrescentado nas áreas cultural, criativa e artística.

Encontro Nacional de Cenografia: Montemor-o-Novo, 24 a 26 Janeiro

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V ENCONTRO NACIONAL DE CENOGRAFIA  

HABITAR A ESCALA
MONTEMOR-O-NOVO_24, 25 e 26 de Janeiro 2014

Iniciativa | APCEN – Associação Portuguesa de Cenografia
Produção | Alma d’Arame e O Espaço do tempo

A  APCEN  –  Associação  Portuguesa  de  Cenografia  realiza  o  seu  V  Encontro  Nacional  de Cenografia em Montemor-O-Novo, com a intenção de reunir na zona Sul do país todos os que desejam  debater  a  noção  abrangente  de  Cenografia  a  partir  da  experiência  acumulada  nas áreas artísticas, técnicas e artesanais que com ela se relacionam de uma forma mais ou menos directa.  Constituída  em  Abril  de  2012,  a  APCEN  tem  como  missão  dignificar  a  profissão  do cenógrafo  no  quadro  da  interdependência  das  mais  diversas  disciplinas,  transcendendo  o próprio conceito de corporação. Aceita como Associados todos os que se reconhecem numa prática  que  procura  delimitar  o  seu  território  sem  se  separar  das  suas margens. Assim,  são também  potenciais  aderentes  os  figurinistas,  aderecistas,  investigadores,  estudantes,  ou  os atores, performers e encenadores que reivindicam uma importante componente cenográfica na sua actividade.

Com este V Encontro Nacional de Cenografia – a APCEN continua muito interessada  em  reflectir  sobre  a  prática  da  cenografia  com  pessoas  que  problematizam  um discurso actualizado sobre processos e resultados. Ambicionamos elevar o nível de reflexão e de  conhecimento  desta  disciplina  em Portugal, em estreita colaboração  com  as  associações congéneres espalhadas pelo mundo.
Mais informações em www.almadarame.pt

Apresentação do projeto dos Recursos Artísticos do Alentejo à Rede de Museus do Distrito de Beja

A convite de Marisa Bacalhau, Diretora do Museu Municipal de Moura, apresentamos o projecto dos Recursos Artísticos do Alentejo aos representantes dos museus integrantes da Rede de Museus do Distrito de Beja, que se reuniram no dia 6 de novembro de 2013, em Alvito.

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O projecto de inventário dos Recursos Artísticos do Alentejo despertou interesse dos participantes e, desde já, contamos com a colaboração dos participantes da Rede de Museus do Distrito de Beja quanto ao fornecimento de informações e divulgação dos recursos artísticos de seus municípios.
A criação e as atividades da Rede de Museus do Distrito de Beja, alem de exemplares, merecem todo o nosso apoio. Criada em 2012, a rede reúne funcionários e diretores dos museus municipais e distritais do distrito de Beja. Mais informações em: http://redemuseusbeja.blogspot.pt
A maioria dos municípios do Distrito de Beja possui unidades museológicas, integradas na estrutura organizacional camarária, caracterizadas por uma interessante diversidade temática e museográfica, e com características semelhantes no que se relaciona com a gestão e os recursos aos mais diversos níveis.
A necessidade sentida por estes Museus de troca de experiências e de formação dos seus funcionários, bem como de criação de um fórum de discussão que, para além do debate de ideias, permita o assumir de posições a uma só voz, levou a que fosse criada a Rede de Museus do Distrito de Beja, uma rede informal que se rege por uma Carta de Princípios, aprovada pelos municípios aderentes de Almodôvar, Aljustrel, Alvito, Beja, Castro Verde, Cuba, Ferreira do Alentejo, Mértola, Moura, Ourique, Serpa, Vidigueira e ainda o Museu Regional de Beja.
A Carta de Princípios tem como principais objectivos a qualificação, valorização e divulgação das unidades museológicas deste distrito; a cooperação, parceria e articulação entre as unidades museológicas dos concelhos que integrem a Rede; a optimização e rentabilização de recursos, principalmente em termos de meios humanos e da realização de projectos comuns; a difusão da informação relativa aos museus da Rede e a promoção do rigor, ética e profissionalismo das práticas museológicas.

 

“Serviço público, museus e fotografia: que limites?”: Debate, 24 Outubro

Debate_24 OutA Acesso Cultura e o ICOM Portugal promovem no dia 24 de Outubro o debate “Serviço público, museus e fotografia: que limites?, que irá decorrer em simultâneo em Lisboa e no Porto, com o objectivo de reflectir sobre a recém-publicada regulamentação da captação de imagens para fins não comerciais em museus e património públicos.

A publicação do Despacho nº 6891/2013, de 28 de Maio, relativo ao Regulamento de Utilização de Imagens de Museus, Monumentos, e outros Imóveis afectos à Direcção-Geral do Património Cultural surpreendeu alguns profissionais da cultura pelas limitações que impõe. 

Numa altura em que museus como o Rijksmuseum, o Getty Museum ou a National Gallery de Washington se orientam para o acesso livre e gratuito a conteúdos fotográficos de alta qualidade e para a criação de comunidades online encorajadas a partilhar os conteúdos de imagem/vídeo criados no espaço do museu, o que significa esta nova política em Portugal? Que implicações tem para os públicos que utilizam os espaços culturais como plataformas de partilha? 
Do mesmo modo, que implicações têm as politicas mais liberais de captação e divulgação de imagens nos direitos de autor, na conservação dos objectos ou no direito à imagem?
Por último, de que forma o novo regulamento vai ao encontro da Proposta de Directiva para a Reutilização de Informações do Sector Público da União Europeia, que faz referência concreta a bibliotecas, arquivos e museus e que  defende o acesso livre e sem custos (a não ser eventuais custos marginais de reprodução ou difusão) aos arquivos de imagem?

Entrada livre

Data e horário
24 de Outubro, às 18h30

LISBOA
Local:
Museu da Cidade, Campo Grande

Intervenientes
Clara Vaz Pinto
, Museu do Traje
Inês Fialho Brandao, Museóloga
Luis Raposo, Presidente do ICOM Portugal
Paulo Costa, Direcção-Geral do Património Cultural
Pedro Lapa, Museu Colecção Berardo

Moderação
Maria Vlachou
(Acesso Cultura)

Apoio: Museu da Cidade

PORTO
Local:
Faculdade de Letras da Universidade do Porto (a confirmar)

Intervenientes:
Maria João Vasconcelos
, Museu Nacional Soares dos Reis
Maria Ramos, Museu Serralves
Susana Medina, Museu da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
Dois intervenientes a confirmar.

Moderação
Alexandre Matos
(Sistemas do Futuro)

Apoio: Faculdade de Letras da Universidade do Porto

EmmericoNunes

É com prazer que acrescentamos o Centro Cultural Emmerico Nunes de Sines no rol de parceiros e amigos do inventário de Recursos Artísticos do Alentejo.

O Centro Cultural Emmerico Nunes, fundado em 1986, adquiriu, em 1990, personalidade jurídica como Cooperativa do Ramo da Cultura e foi-lhe atribuido, em 1998, o estatuto de Pessoa Colectiva de Utilidade Pública.

A política cultural do CCEN tem-se caracterizado por uma total abertura às diferentes formas de expressão artística, locais e nacionais, que promovam o debate de ideias, o confronto com opções e estéticas diversificadas e o aprofundamento de conhecimentos e aprendizagens. Na perspectiva de formação cultural do público a instituição tem privilegiado, desde sempre, o público mais jovem, proporcionando-lhes o gosto pela arte, pela cultura em geral e o enriquecimento pessoal em formação artística.

Pouco a pouco forma-se uma rede com importância para todos os que desenvolvem projectos em artes visuais no Alentejo. Os que aqui estão e os que ainda virão!

 

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Paisagem e Património II (2012-2013)

Seminário interdisciplinar de investigação

CHAIA / Centro de História da Arte e Investigação Artística

Universidade de Évora

2013

 

 

sexta-feira, 31 de Maio 17h-19h30 (sala 242, Colégio Espírito Santo, Évora)

 

 

Paisagem e Património vistos a partir do comboio (França e Portugal)

 

Nesta sessão, Gilles Chabot, controlador do comboio de alta velocidade (TGV) na linha Paris-Lyon-Marselha, apresenta-nos o seu trabalho de fotógrafo e traz-nos o seu olhar, a sua reflexão e o seu discurso sobre a percepção/representação da paisagem e do património franceses a partir do comboio em que trabalha. Confrontando este levantamento, objecto de dois livros publicados em França, com o novo projecto de trabalho em curso, Gilles Chabot fará igualmente uma primeira apresentação do levantamento fotográfico em território português (Lisboa-Porto, Lisboa-Faro), que tenciona levar a cabo nos dias 29 e 30 do corrente mês.

 

ModeraçãoMiguel Padeiro, Paulo Simões Rodrigues e Isabel Lopes Cardoso.

 

http://www.chaia.uevora.pt/pt/event/121/paisagem-e-patrimonio-ii.html

Entrada mediante inscrição: chaia@uevora.pt

Arquitectura de Sobrevivência em Charlotte, USA.

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UNC Charlotte’s Center City, Projective Eye Gallery | CoA+A, presents

OPENING RECEPTION MARCH 22, 2013 \ 6:00−8:00 PM Lecture by Pedro Lobo & Fresh Ink Performance Series

FAVELAS: ARCHITECTURE OF SURVIVAL

Please join us for an Opening Reception with a lecture by Pedro Lobo followed by the Fresh Ink Performance Series on March 22, 2013. This event is free and open to the public. The exhibition will run from March 9 – May 30, 2013. In conjunction with the exhibition we will have a panel discussion “Negotiating the Gap” along with response work from our neighbors at Urban Ministry, SoA, and Urban Design students in the front window.

The exhibition includes 48 large format photographs by Brazilian-born photographer Pedro Lobo, documenting the favelas or shanty towns in Rio de Janeiro, the longest-lived squatter settlements in the world. There are about one billion squatters worldwide, one million of which are in Rio de Janeiro. Lobo’s photographic landscapes document the organized chaos of hillsides overrun with homes. The photographs suggest a progression toward permanence, as people put down roots and build communities within these impromptu urban developments. These beautifully composed images do not shy away from the sprawl, or the hardships of the favelas, yet they are filled with optimism

necessary for life in these marginalized urban neighborhoods. These images attempt to show the human dignity of the “favela” dwellers, in spite of all the difficulties faced by those who have no other choice but to live in these excluded communities. Pedro Lobo is a Fulbright scholar who has studied at the International Center of Photography, NYC, and at the School of the Museum of Fine Arts, Boston. Over the 1970s and 1980s, Lobo was a photographer and researcher at Brazil’s National Center for Cultural Reference and at the Monuments and Sites National Institute. He photographed the historical sites of Ouro Preto, Olinda, Salvador, and São Miguel das Missões for their inclusion in UNESCO’s World Heritage List. Lobo works to show the viewer aspects overlooked in the landscape where individual expression and social processes mark places for his large format camera. Pedro Lobo lives in Rio de Janeiro and Évora, Portugal. He won 1st prize for the photographs in this exhibition in the TOPS IN International Photo Festival in Shenyang, China. 

http://centercity.uncc.edu/projective-eye-art-gallery

Sr. Lareca e o Monte da Abaneja

Este pequeno vídeo é sobre o Sr. Lareca, trabalhador rural no Monte da Abaneja, na Paróquia de Nossa Senhora de Guadalupe, em Évora, Portugal por 43 anos. O monte da Abaneja é uma construção rural registada, fotografada e estudada pelos arquitectos responsáveis pela elaboração do livro “Arquitectura Popular em Portugal” e publicado em 1961 pelo Sindicato Nacional dos Arquitectos. Este vídeo adiciona narrativa histórica de cunho pessoal a este exemplar de património cultural do Alentejo. Foi produzido entre Dezembro de 2012 e Janeiro de 2013 por Pedro Lobo.

This video is about Sr. Lareca, rural worker who labored at the Monte da Abaneja. in the Parish of Nossa Senhora de Guadalupe, Évora, Portugal for 43 years. The Monte da Abaneja is rural house which was registered, photographed and studied by the architects responsible for the publication of the book “Popular Architecture of Portugal” in 1961. This video adds a bit of “hands on” historical narrative about this example of cultural heritage. It was produced between December 2012 and January 2013 by Pedro Lobo.

Paisagem e Património – Seminário

Paisagem e Património II (2012-2013)

Seminário interdisciplinar de investigação

CHAIA / Centro de História da Arte e Investigação Artística, Universidade de Évora

sexta-feira, 15 de Fevereiro, 17h-19h (sala 242, Colégio Espírito Santo, Évora)

A cidade e o transporte, transformações e permanências (os casos de Paris e de Lisboa) (título provisório)

Nesta sessão, Miguel Padeiro, geógrafo, doutorado pela Universidade de Paris-Est, investigador do IGOT, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, CEG (Centro de Estudos Geográficos), Universidade de Lisboa

desenvolve as suas reflexões sobre a coerência transporte / ordenamento do território à escala metropolitana e a consequente transformação da paisagem urbana. Os territórios invocados são Paris e Lisboa, cidades que o investigador conhece, pratica e estuda há vários anos. Ambos os terrenos são abordados em perspectiva comparada. A discussão transdisciplinar será proporcionada pelos moderadores da sessão.

ModeraçãoJoão Soares, Isabel Lopes Cardoso.

http://www.chaia.uevora.pt/pt/event/121/paisagem-e-patrimonio-ii.html

Entrada mediante inscrição: chaia@uevora.pt

Conversas entre as Oficinas do Convento e ArteAlentejo

Conheci as Oficinas do Convento recentemente, quando no começo de dezembro passado fiz, junto com Pedro Gil e a convite de José Manuel Rodrigues, palestra sobre o meu trabalho dentro do ciclo “Conversas à Volta da Luz”.

O histórico e as atividades atuais fazem das Oficinas do Convento parceiros ideais para o desenvolvimento do inventários dos Recursos Artísticos do Alentejo.

Ontem, em função da ArteAlentejo.org, realizei uma visita as Oficinas do Convento em Montemor-o-Novo e com o Tiago Fróis (diretor artístico), pude avançar conversas de colaboração mútua no intuito de desenvolver recursos e atividades artísticas no Alentejo.

As Oficinas do Convento vão colaborar com o inventário dos Recursos Artísticos, disponibilizando contatos, recursos e experiências.

Obrigado pela força Tiago! Viva as Oficinas do Convento!!!

Queridos amigos, visitem as Oficinas do Convento, pessoalmente ou online http://www.oficinasdoconvento.com

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